Procedimentos

Abaixo estão listados diversos procedimentos urológicos realizados pela Clínica Barbeta. Clique no procedimento desejado para ver mais informações.

CLIQUE NA ESPECIALIDADE PARA SABER SOBRE OS PROCEDIMENTOS REALIZADOS

Incontinência Urinária (SLING)
Câncer de Próstata
Cirurgias à Laser Para Cálculos Urinários
Cistoscopia
Correção Cirúrgica De Varicocele
Estudo Urodinâmico
Extração De Espermatozóides
Frenuloplastia (Plástica Do Freio Bálano-Prepucial)
Peniscopia (HPV)
Postectomia
Próteses Penianas
Reversão De Vasectomia
Tratamento Endoscópico Da Próstata (RTU De Próstata)
Tratamento Endoscópico De Tumores De Bexiga (RTU De Bexiga)
Urofluxometria
Vasectomia
Videolaparoscopia

Incontinência Urinária (SLING)

A incontinência urinária aos esforços se caracteriza pela perda involuntária de urina que ocorre durante manobras de esforço, como tossir, espirrar, levantar peso ou, até mesmo, mudança de posição (levantar-se da cama, por exemplo).

Existem fatores de risco para a ocorrência deste tipo de perda urinária. Nas mulheres, eles estão relacionados ao número de gestações, menopausa, obesidade e prolapsos de órgãos pélvicos (“bexiga caída”, “útero caído”).

Segundo os dados da Sociedade Brasileira de Urologia (SBU), estima-se que uma a cada 25 pessoas pode sofrer de incontinência urinária ao longo da vida. E cerca de 40% das mulheres após a menopausa perdem urina de forma involuntária.

O tratamento inicial da incontinência urinária aos esforços também é conservador e inclui os exercícios de fisioterapia para os músculos do assoalho pélvico, também chamados de exercícios de Kegel. Eles são importantes para reforçar os músculos responsáveis pela continência urinária (o “esfíncter urinário”). Sessões de exercícios devem ser realizadas pelo menos três vezes ao dia.

A perda de no mínimo 5% do peso corporal em pessoas com obesidade ou sobrepeso também é recomendada e pode proporcionar melhora significativa da incontinência urinária.

Implante de sling

Quando o tratamento conservador falha, é possível indicar o implante de sling na uretra (canal por onde passa a urina e que liga a bexiga ao meio externo). Esse tratamento minimamente invasivo nada mais é do que a introdução de uma fita de polipropileno (ou de tecido do próprio corpo da paciente) abaixo da uretra, por via vaginal, com o objetivo de aumentar a resistência uretral e reduzir a perda de urina.

O implante de sling sintético proporciona melhora da incontinência urinária em 70 a 90 % das pacientes. O médico urologista é o especialista que pode orientar sobre a melhor estratégia cirúrgica e realizar o implante de diferentes tipos de slings para o tratamento da incontinência urinária de esforço.


Câncer de Próstata

O tratamento cirúrgico do câncer de próstata, quando indicado, pode ser realizado pela via aberta (com corte) ou minimamente invasiva através de vídeolaparoscopia ou robótica.

Na cirurgia aberta, é realizado um corte abaixo do umbigo. A próstata é completamente removida e a bexiga é unida através de pontos com a uretra (canal por onde sai a urina). O paciente fica internado de 3 a 5 dias e recebe alta com uma sonda urinária que serve para auxiliar na cicatrização dos pontos realizados e permanece por um período de 10 a 14 dias.

Durante a cirurgia realiza-se técnica que visa preservar os nervos que atuam sobre a ereção e continência urinária, diminuindo as taxas dessas complicações que tanto preocupam o homem durante o tratamento.

A via laparoscópica deve ser realizada por cirurgiões com grande experiência, haja vista sua dificuldade técnica e necessidade de grande número de casos operados até que se atinja o aprendizado necessário.

Como opção à via laparoscópica tradicional, pode-se realizar a remoção da próstata por via robótica. Atualmente nos EUA, 75% das cirurgias de remoção da próstata são realizadas com auxílio do robô Da Vinci. A possibilidade de movimentos, instrumentos específicos, visão tridimensional proporcionados pelo robô tornam essa modalidade uma opção altamente eficaz no tratamento do câncer de próstata, permitindo uma rápida recuperação pós-operatória e consequente retorno às atividades diárias.


Cirurgias à Laser Para Cálculos Urinários

O tratamento dos cálculos urinários varia, pois depende de fatores como: localização, tamanho, densidade, quantidade de cálculos, quadro clínico do paciente (dores persistentes por exemplo).

Num passado não muito distante, grandes cortes eram realizados nos pacientes para retirar cálculos urinários, trazendo muitas dores e uma lenta recuperação pós operatória.

Quando indicados, os tratamentos cirúrgicos atuais são minimamente invasivos, a maioria ocorre endoscopicamente (sem cortes) e utiliza-se o laser para a fragmentação dos cálculos.


  • addNefrolitotripsia Percutânea

    Para grandes cálculos renais, outro procedimento minimamente invasivo que também pode ser indicado pelo urologista chama-se de nefrolitotripsia percutânea. Nesse procedimento, um outro instrumento com microcâmera (nefroscópio) é introduzido diretamente no rim através de uma pequena incisão realizada na região lombar do lado acometido. Dessa maneira consegue-se também abordar, fragmentar e remover os cálculos.

  • addUreterolitotripsia

    Em cálculos impactados no ureter, habitualmente realiza-se o procedimento chamado de ureterolitotripsia. Um instrumento chamado ureteroscópio semi-r[igido (dotado de uma microcâmera) é introduzido na uretra e então no ureter em que a pedra está impactada. Com uma fibra laser fragmenta-se a pedra, retirando-se os pequenos fragmentos do canal.

    Quando esses cálculos estão impactados na parte mais alta do ureter, ou então dentro dos rins, podemos utilizar um outro instrumento que é o ureteroscópio flexível para fragmentá-los também com auxílio do laser.

Cistoscopia

A cistoscopia é um exame endoscópico utilizado para avaliar o trato urinário inferior tanto de homens (uretra, próstata e bexiga), como mulheres (uretra e bexiga).

É administrado um gel anestésico diretamente na uretra do paciente (que pode estar também sob sedação). Em seguida introduz-se o cistoscópio (instrumento óptico conectado à uma camera) que possibilita a avaliação dos referidos segmentos urinários e é de extrema importância na investigação de quadros com dificuldade urinária, sangramento urinário, suspeita de pedras e tumores na bexiga, por exemplo.


Correção Cirúrgica De Varicocele

A varicocele (dilatação e tortuosidade de veias presentes no cordão espermático) pode estar relacionada a sintomas como dor, desconforto e sensação de peso em testículos. Pode também estar relacionada com alguns casos de infertilidade masculina.

Quando indicada a cirurgia para sua correção, realiza-se uma pequena incisão na região inguinal (da virilha) do lado a ser corrigido. O cordão espermático é localizado e as veias dilatadas são identificadas com auxílio de um microscópio cirúrgico, seccionadas (cortadas) e ligadas (amarradas).

Isso fará com que elas trombosem (“sequem”) aliviando com o passar das semanas seguintes os sintomas de desconforto e, nos casos de infertilidade, ajudando na melhora dos parâmetros seminais em até 60% dos casos.

O paciente recebe alta no mesmo dia do procedimento.


Estudo Urodinâmico

O estudo urodinâmico (também chamado de urodinâmica) é um exame muito importante que traz várias informações do padrão miccional dos pacientes. Ou seja, ele avalia se a bexiga está funcionando de maneira adequada a medida em que enche e no momento do seu esvaziamento em que o paciente urina.

Poderá ser indicado na investigação de quadros como a incontinência urinária que acomete muitas mulheres, sintomas relacionados à dificuldade em urinar nos homens (causados pelo aumento da próstata por exemplo) e nos pacientes com alterações urinárias relacionadas a algum quadro neurológico (bexiga neurogênica).

O exame é realizado em caráter ambulatorial (sem necessidade de internação), onde insere-se um fino cateter pela uretra (canal onde sai a urina) até a bexiga e outro no reto, sob anestesia local. Esses cateteres ficam conectados a um computador e transmitem informações sobre as pressões no interior da bexiga, do abdome e do músculo da bexiga. Durante o exame, enquanto a bexiga é enchida com soro fisiológico, o urologista irá realizar algumas perguntas a respeito do que o paciente está sentindo e pode solicitar que faça algumas manobras de esforço (como tossir, fazer força com o abdome, por exemplo).

Dessa maneira o urologista consegue avaliar as informações obtidas, planejar e determinar o melhor tratamento para seus pacientes.


Extração De Espermatozóides

PESA

PESA é uma sigla derivada do inglês que significa aspiração percutânea de esperma do epidídimo.

Pacientes vasectomizados que não têm interesse em reverter serão submetidos ao PESA, assim como aqueles com ausência dos ductos deferentes ou com azoospermias (ausência de espermatozóides no ejaculado) obstrutivas causadas por processos inflamatórios.

O procedimento é realizado em hospital-dia sob anestesia e o paciente recebe alta no mesmo dia.

MICRO-TESE

É uma sigla derivada do inglês que significa microdissecção testicular para extração de esperma. Esse procedimento é indicado para os pacientes portadores de azoospermia não-obstrutiva. É realizado em Hospital-Dia sob anestesia.

Após a realização de incisão na região escrotal, aborda-se um dos testículos a fim de expor sua porção interna onde estão os túbulos seminíferos, local em que ocorre a formação e desenvolvimento dos espermatozóides. Com o auxilio de um microscópio cirúrgico, o urologista procura os túbulos mais dilatados, pois é neles que há maior probabilidade de encontrar espermatozóides.

O material coletado é enviado para o laboratório no mesmo momento e já analisado. Caso não se encontrem espermatozóides, prossegue-se a busca necessitando muitas vezes abordar os dois testículos. Nos pacientes com azoospermia não-obstrutiva, a micro-TESE é considerada o método mais eficiente, pois alia taxas mais elevadas de sucesso e menor dano testicular, quando comparada às variantes não microcirúrgicas. Após a recuperação anestésica completa o paciente é liberado para casa.


Frenuloplastia (Plástica Do Freio Bálano-Prepucial)

O freio bálano-prepucial é uma prega de pele que liga a porção inferior da glande com o prepúcio.

Quando o freio é mais curto pode ocorrer desconforto durante a relação sexual. Em alguns casos o freio pode até mesmo romper-se parcial ou totalmente.

Quando essa estrutura é muito curta, pode ocasionar dor e desconforto durante a penetração. Em algumas vezes pode ocorrer rupture parcial ou até completa, causando sangramento considerável no momento.

O procedimento é realizado com anestesia local e o paciente é liberado logo após o término. Os pontos caem sozinhos em torno de duas semanas e a recuperação é rápida.


Peniscopia (HPV)

A peniscopia é um exame de diagnóstico utilizado para observar lesões ou alterações imperceptíveis a olho nu, que podem estar presentes no pênis, escroto ou região perianal.

Geralmente, a peniscopia é utilizada para diagnosticar infecções por HPV, uma vez que permite observar a presença de verrugas microscópicas. No entanto, também pode ser usado em casos de herpes, candidíase ou outros tipos de infecções genitais.

Para isso, o médico coloca gazes com ácido acético em volta do pênis durante cerca de 10 minutos e depois observa a região com a ajuda de um peniscópio (aparelho com lentes capazes de aumentar até 40x).

Caso o médico encontre verrugas ou qualquer outra alteração, realiza-se uma biópsia com anestesia local e cauterização. O material é enviado para análise, de forma a identificar qual o tipo de lesão e orientar no acompanhamento e tratamento necessários.


Postectomia

A postectomia, ou circuncisão, é o procedimento cirúrgico em que é realizada a remoção do prepúcio (pele que recobre a glande no pênis).

Está indicada nos casos de fimose ou em processos inflamatórios da glande e prepúcio (bálano-postites) que ocorrem repetidamente (apesar de tratamentos realizados com medicamentos previamente).

O procedimento dura em torno de 45 minutos e é realizado em caráter ambulatorial (sem necessidade de internação) através do bloqueio anestésico local do pênis.

O paciente deverá seguir as orientações de seu urologista para que tenha uma boa e adequada recuperação pós-operatória.


Próteses Penianas

O implante peniano, também chamado de prótese peniana, é um dispositivo introduzido dentro dos corpos cavernosos (canais da ereção peniana) através de uma cirurgia em todos os casos de disfunção da ereção grave. Essa opção é indicada quando o paciente sofre de disfunção erétil e não conseguiu bons resultados ou não pôde usar medicamentos orais ou injeções penianas.

A prótese tem a vantagem de ser um tratamento definitivo para o problema de ereção. Hoje em dia, é uma opção muito utilizada por homens que sofrem de disfunção erétil após a remoção cirúrgica da próstata para cura do câncer.

Prótese semirrígida e a maleável

Existem dois modelos: o inflável e o semirrígido ou maleável.

O primeiro imita muito bem um pênis normal, ou seja, permanece flácido durante o repouso e ereto quando o homem deseja manter relação sexual. Tudo isso é controlado por um mecanismo dentro da bolsa escrotal e exige alguma destreza manual para o manuseio.

A semirrígida, por sua vez, é mais simples e consiste em duas hastes metálicas revestidas por uma camada de silicone, que permanece sempre dura. Pode ser dobrada e ficar escondida para praticar esportes e para urinar, por exemplo.

A cirurgia é realizada em ambiente hospitalar e em regime ambulatorial ou até em um dia de internação.

A anestesia utilizada é raquidiana combinada com uma sedação. Infelizmente, o custo da prótese inflável é muito maior do que a maleável o que torna, muitas vezes, inviável esta opção.


Reversão De Vasectomia

A reversão da vasectomia é realizada por meio de uma anastomose (emenda) entre os cotos (partes) do deferente (canal por onde transitam os espermatozoides desde o testículo até a vesícula seminal) que foram interrompidos, ou entre o deferente e o epidídimo (estrutura junto do testículo onde os espermatozoides amadurecem e ganham motilidade), obrigatoriamente com auxílio de magnificação de imagem (microscópio cirúrgico). O uso do microscópio é que permite os bons resultados após a reversão. Reversão sem microscópio diminui a chance de sucesso do procedimento.

Os resultados de permeabilidade (taxa de sucesso) e gravidez para reversão são respectivamente 97% e 76% com vasectomias de até três anos, 88% e 53% para intervalos entre 3 e 8 anos, 79% e 44% para intervalos entre 9 e 14 anos e 71% e 30% para tempo igual ou superior a 15 anos.

Os fatores que influenciam o sucesso da cirurgia são: intervalo de tempo entre a vasectomia e a reversão, emprego de técnica microcirúrgica, experiência do cirurgião e a presença de espermatozoides na secreção avaliada da porção do deferente que vem do testículo no momento da cirurgia. O fator que influencia na ocorrência de gravidez é a idade da parceira, porém mesmo com esposas acima de 35 anos o casal pode ter uma boa chance de engravidar após a reversão.

A taxa de complicação após as cirurgias de reversão é extremamente baixa. As mais frequentes são hematoma e infecção, raramente necessitando de tratamento.


Tratamento Endoscópico Da Próstata (RTU De Próstata)

Em casos de aumento benigno da próstata, quando indicado tratamento cirúrgico, a técnica preferencial é a ressecção transuretral da próstata (RTU).

Como o nome diz, a cirurgia é realizada através da uretra do paciente com um instrumento endoscópico, sem a necessidade de cortes. Dessa maneira a próstata tem a sua porção interna (o “miolo”) removido através de “raspagem”, promovendo desobstrução e melhorando o fluxo urinário do paciente.

O paciente permanece em média de 2-3 dias internado e habitualmente recebe alta sem sonda, urinando espontaneamente.


Tratamento Endoscópico De Tumores De Bexiga (RTU De Bexiga)

O tratamento inicial de tumores da bexiga é realizado por via endoscópica, ou seja, sem cortes.

Através de instrumentos específicos, o tumor é ressecado (“raspado”) da bexiga.

O paciente permanece em média de 2-3 dias internado e habitualmente recebe alta sem sonda, urinando espontaneamente.


Urofluxometria

A urofluxometria é um exame não-invasivo que determina o fluxo ou “pressão” do jato urinário. Basta que o paciente urine em um aparelho semelhante a um vaso sanitário e o computador analisa e elabora um gráfico com os resultados obtidos.

O exame está indicado na avaliação inicial e acompanhamento do tratamento de pacientes que apresentam sintomas urinários como, por exemplo, diminuição na força do jato urinário, dificuldades para começar a urinar, dentre outros.

Para realizar o exame o paciente deve estar com a bexiga cheia.


Vasectomia

Vasectomia é uma cirurgia que visa a contracepção, ou seja, impedir a gravidez da parceira, através da ligadura dos canais deferentes, que são os condutos por onde passam os espermatozoides.

Como é feita a vasectomia?

A vasectomia é realizada em regime ambulatorial, sem internação, com anestesia local, através de duas pequenas incisões em cada lado da bolsa testicular.

Vasectomia faz mal?

Não. Existem vários mitos sobre possíveis malefícios da vasectomia relacionando a mesma com várias doenças.

Vasectomia engorda?

Não. A vasectomia é apenas a ligadura dos condutos deferentes e não castração, portanto, nada tem a ver com aumento de peso.

Vasectomia diminui a libido (desejo sexual) ou causa impotência sexual?

Não. O bloqueio dos canais deferentes impede apenas a passagem dos espermatozoides, não interferindo na produção hormonal, não tendo, portanto, nenhuma relação com alteração da libido ou do desempenho sexual, apenas com a reprodução.

Vasectomia causa câncer?

Não. Apesar de alguns estudos tentarem relacionar a vasectomia ao câncer, principalmente de próstata e testículo, e isto ser de grande relevância entre os pacientes candidatos ao procedimento, esses fatos nunca foram confirmados, e sim descartados, por outras centenas de estudos de várias instituições.

Os espermatozoides que não são eliminados vão se acumulando dentro dos testículos?

Não. Os espermatozoides que não são eliminados, em pacientes vasectomizados, morrem e são absorvidos depois de um determinado tempo, sem nenhum prejuízo para a saúde.

A parceira pode engravidar após a vasectomia?

Sim, caso o paciente não siga as orientações de seu urologista nos cuidados após o procedimento. Mas, uma vez feito o exame de espermograma e confirmada a ausência de espermatozoides, o paciente está apto a ter atividade sexual sem necessidade de métodos anticoncepcionais.

A vasectomia leva à diminuição dos testículos ou do pênis?

Não há modificação no tamanho da genitália dos pacientes submetidos a vasectomia.

Em resumo, a vasectomia é um método cirúrgico de contracepção, de fácil realização em mãos urológicas experientes, com baixos índices de complicações, sem registros comprovados de riscos para a saúde masculina.


Videolaparoscopia

Muitas das cirurgias urológicas realizadas no passado com grandes incisões hoje podem ser realizadas por videolaparoscopia. Dessa maneira o paciente tem uma recuperação pós-operatória mais rápida, menos dores, menor tempo de internação e consequente retorno mais rápido para suas atividades diárias.

Pequenas incisões com no máximo 1,2cm são realizadas na parede abdominal, por onde são passados os instrumentos cirúrgicos e uma câmera necessários aos procedimentos cirúrgicos.

Alguns dos procedimentos que podem ser realizados pela via laparoscópica são: nefrectomias totais ou parciais (tumores de rim por exemplo); pieloplastia; retirada de pedras na pelve renal ou ureter; adrenalectomia (retirada da glândula adrenal).